Fluxo de caixa: 3 erros fatais que você deve evitar

13 de junho de 2016

Importante dica da sua empresa de contabilidade: gerencie o fluxo de caixa

Uma das dicas mais importantes que uma empresa de contabilidade pode passar para seus clientes é que manter as finanças organizadas e em dia é sinônimo de um crescimento sustentável. O fluxo de caixa é uma das mais poderosas ferramentas de gestão e controle financeiro, sem ele fica impossível conhecer a realidade do negócio, tomar decisões de investimento, saber o quanto precisa de capital de giro ou mesmo como fazer uma divisão de lucros.

O grande problema é que muitos empreendedores acabam utilizando os dados do fluxo de caixa apenas no final do mês, o que gera uma análise superficial do negócio. Além disso, muitas informações não são atualizadas ou mesmo são lançadas de forma equivocada, o que não traduz a realidade do da empresa.

Pensando nisso, levantamos os principais erros de fluxo de caixa cometidos pelas empresas. Quer saber quais são? Acompanhe o post!

Não atualizar o fluxo de caixa

Um clássico erro de muitos empreendedores e que nós como empresa de contabilidade sempre avisamos é não manter o registro atualizado do fluxo de caixa e, eventualmente, acabar se iludindo com um lucro que não existe.

Além disso, muitos gestores não acompanham o saldo bancário com o saldo disponível em caixa, o que impossibilita saber o quanto de recurso está sendo investido, o quanto está de posse de terceiros e realizar uma gestão eficiente de prazos, pagamentos e recebimentos – que podem impactar diretamente no capital de giro e no funcionamento das atividades diárias.

Na prática, é recomendado acompanhar diariamente o fluxo de caixa e manter um registro atualizado e com informações corretas. A dica aqui é realizar um acompanhamento periódico do fluxo de caixa: pense que olhar os lançamentos como algo previsível é uma ideia equivocada, as vendas e compras são diárias e, por consequência, a entrada ou saída de dinheiro também é.

Toda e qualquer saída ou entrada de dinheiro no caixa deve ser contabilizada, por mais simples que seja.

Não categorizar as contas

A regra básica de um fluxo de caixa eficiente está em categorizar o que entra e o que sai de dinheiro. É preciso que o gestor separe em grupos cada entrada e saída de recurso de forma que numa análise posterior saiba a natureza das contas (de onde, de quem, quando e quanto representam).

Pensar num fluxo de caixa não é simplesmente manter um registro diário de todas as movimentações da empresa, a dica que a sua empresa de contabilidade sugere é seguir um plano de contas que leve o empreendedor a entender o quanto gasta ou mesmo recebe em cada categoria.

A dica aqui é estabelecer colunas para cada custo, como aqueles ligados a produção – luz, água, matéria-prima; os administrativos – material de escritório, salários; bem como aqueles relacionados às vendas.

Sabendo de onde vem e para onde vai o recursos financeiro fica mais fácil estabelecer estratégias de redução ou mesmo eliminação de desperdícios e gastos desnecessários. Além de viabilizar a possibilidade de se aplicar mais capital para que a empresa cresça e gere mais oportunidades de lucro para o negócio.

Vendeu a prazo e já conta com o dinheiro que nem entrou

Este é um grande erro de muitos empreendedores e que coloca muitas empresas em apuros: vender a prazo e contar com o dinheiro que muitas vezes apenas entrará no caixa daqui trinta dias.

Digamos que você realizou uma venda de uma determinada mercadoria em 5 vezes, com a primeira entrada a ser paga daqui a trinta dias. No caixa, registrou o montante como recebido no dia da venda. Este detalhe, que pode passar despercebido na hora de fechar o caixa, pode fazer com que o gestor passe a contar com o dinheiro sem nem ao menos ter entrado ainda.

Além de prejudicar as atividades operacionais da empresa, fica difícil estabelecer qualquer estratégia de investimento, já que o fluxo de caixa não conta com valores realistas e que apresentem a correta situação da empresa.

A ideia do fluxo de caixa é acompanhar e controlar os recursos financeiros da empresa no futuro, de forma que a natureza dos fatos passados sejam conhecidos pelo gestor e possam ser analisados. Uma venda à vista ou mesmo à prazo deve ser registrada conforme ocorreu, além disso, identifique como foi realizado o pagamento (dinheiro, cartão, cheque, entre outros).

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