Como será o futuro das pequenas empresas após COVID-19

12 de maio de 2020 pequenas empresas após covid-19
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Como será o futuro das pequenas empresas após COVID-19

Estamos já há alguns dias de quarentena (a depender de cada empresa para data assertiva) e você, empresário, deve estar se perguntando “e agora?”. Como serão as pequenas empresas após COVID-19?

Como ficam as pequenas empresas frente à pandemia do coronavírus?

Quer responder essa questão que permeia o seu pensamento? Então, separe nossos rotineiros minutos e relaxe! Vamos conversar!

Impactos inevitáveis na economia

Em primeiro momento, antes de acalmar seu coração, é importante trabalhar com a sinceridade: economistas do mundo inteiro já apontam que não há dúvidas de que a medida de colocar o mundo em quarentena trará impactos complicados no mercado financeiro, principalmente para pequenas e médias empresas. Ou seja, precisamos estar com a mente aberta e com a cabeça funcionando para que nossos negócios continuem na ativa.

Os mercados enfrentam um cenário de incertezas e, nas próximas semanas, com a restrição da circulação para tentar controlar o contágio, haverá uma provável queda no consumo. Espera-se que as grandes empresas tenham lastro para enfrentar meses difíceis, ainda que tenham que rever seus planejamentos, redefinir investimentos e até diminuir custos.

De acordo com estudos feitos, dois grandes impactos serão sentidos na economia brasileira

A primeira é o chamado choque de oferta, em que as empresas reduzem drasticamente a produção. O segundo é o choque de demanda, em que os consumidores estão começando a gastar menos, a redução no consumo. Esse é o impacto da paralisação da economia, causado principalmente pela quarentena.

O principal reflexo que preocupa a maioria dos empresários (como você) é que, com a queda nas vendas, o capital de giro é consumido pelo pagamento de obrigações, que são os custos fixos, como salários e aluguéis – ou seja, os gastos que você não tem como fugir ou reduzir.

Nessa história, os mais afetados acabam sendo as pequenas e médias empresas, e os trabalhadores informais. Isso porque esses são os empreendedores que têm menor reserva de caixa e menos margem de erro para gerenciar a queda repentina de demanda. O efeito cascata será para todos os setores da economia, mas quem mais vai sentir inicialmente são os pequenos.

Reinvenção e caça a novas oportunidades

É importante pensar que tempos de crise, como esse, trazem consigo a possibilidade de reinventar modelos de negócios. Independentemente de qualquer coisa, a paralisação causada pelo período de quarentena traz reflexões importantes e oportunidades para reavaliar modelos de negócios.

Empresas como a sua precisam começar um processo de revisão urgente. Como o mundo, hoje, não é mais o mesmo de um mês atrás, e provavelmente será pior daqui a um mês, se o seu modelo de hoje parecer o mesmo do início do mês, sinceramente, você vai estar em negação, e possivelmente fora do negócio.

A palavra-chave atual é “reinvenção”. O momento é mais de serenidade, o que significa que a gente não pode ser negligente com os impactos, ou seja, vão ter grandes e sérios, mas a gente não pode potencializar o pânico.

Lista básica de ações de baixo custo

Pensando assim, segue uma lista básica de ações de baixo custo para que você possa alinhar as coisas em seu negócio:

  • Ter presença digital, nas redes sociais e plataforma de vendas para ajudar a ampliar a receita neste momento;
  • Migrar para as entregas em casa, para ir até o cliente;
  • Manter a qualidade do serviço, mesmo com essas dificuldades;
  • Quando for possível, permitir que a equipe trabalhe em home office, principalmente as pessoas com mais de 60 anos, que estão no grupo de risco do novo coronavírus;
  • Aproveitar o período de quarentena para liberar funcionários com férias a vencer e/ou adiantar as férias de alguns funcionários;
  • Reduzir custos: avaliar os custos, ver quais são estes valores e quais podem ser reduzidos neste momento;
  • Economizar recursos, como água, energia, insumos, por exemplo, e envolver a equipe nestas ações;
  • Fracionar compras: não comprar tudo de uma vez, não investir em estoque grande;
  • Negociar com fornecedores, se necessário.

Além disso, é preciso ficar sempre de olho nas medidas que o governo federal e estadual tem feito para ajudar os empresários.

O trabalho já está mudando, é preciso adaptar a uma realidade mais tecnológica

Com isso, é hora de saber se estamos preparados para o futuro do trabalho que, ao meu ver tem a ver com criar e manter uma organização operando em alta performance, adaptável e engajada onde todos os colaboradores são empoderados para se desenvolver, resolver problemas, atender os clientes e colocar suas ideias em prática.

Ficar atento ao que se passou nos países em estágios mais avançados da epidemia é quase que olhar para o futuro. Por isso, é preciso acompanhar as tendências nesses países e no que já está acontecendo no país para se preparar e minimizar os riscos para o seu negócio. Apesar de afetar todos os setores, alguns serão mais impactados e alguns até podem observar crescimento nas próximas semanas.

O Boletim de Impactos e tendências da COVID-19 nos pequenos negócios apresenta impactos já observados no Brasil, tendências e dicas para minimizar o impacto nos negócios de 14 segmentos econômicos: varejo, moda, serviços de alimentação, construção civil, beleza, logística e transporte, oficinas e peças automotivas, serviços de saúde, serviços educacionais, turismo, artesanato, indústria de base tecnológica, pet shops e serviços veterinários e economia criativa (eventos e produções).

Ser capaz de se adaptar rapidamente

É o que estamos vivendo e algumas tendências do futuro do trabalho, como novos comportamentos, tecnologias e mobilidade, foram colocadas em prática. Agora, o maior desafio que temos é colocar nossas empresas para operar com a grande maioria do pessoal trabalhando no modelo home office e, isso só será possível se a empresa tiver o ambiente e a tecnologia que suportem este cenário. É hora de tudo estar em nuvem e todos os colaboradores conectados em suas residências.

Ou seja, a pandemia nos trouxe, com maior agilidade, ao futuro! Esteja preparado!

Até a próxima!

Quer ter diferenciais de mercado? Entenda nos vídeos a seguir:

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