Aumenta o uso clandestino de internet e preocupa Provedores

7 de julho de 2020

Coronavírus aumenta o uso clandestino de internet e preocupa Provedores

Com o isolamento a meses… Home Office, aulas EAD, reuniões virtuais, lazer, trabalho, estudos… O uso da internet domiciliar nunca esteve tão frenético quanto nesse exato momento em que estamos vivendo. Cresceu, em casa, o consumo de TV aberta e de serviços de streaming. Estar conectado é fazer parte do mundo. Cresceu também o uso clandestino de internet.

Há, então, o aumento de outra modalidade de conexão: o “sky gato”, serviço pirata que, ligado à internet, pode dar acesso ilegal a 2 mil canais fechados. Preocupado? Pois, separe nossos rotineiros minutos e relaxe. É sobre isso que vamos conversar!

Pequenos provedores de internet já analisaram toda a situação atual

E, para que você já esteja inserido adequadamente no assunto, informa-se que o consumo de banda larga do “sky gato” (uso clandestino de internet) já responde por cerca de 30% do volume de suas redes, uma fatia considerável no momento em que as operadoras tentam se adequar à nova demanda pelas redes, que já apresentam pontos de estresse e lentidão.

O “sky gato” moderno é uma espécie de evolução do esquema que decodificava o sinal da Sky e liberava acesso ilegal a todos os canais da TV por assinatura por meio de uma antena. Hoje, é um receptor pirata que permite o acesso a emissoras se conectado à internet residencial. Um aparelho custa até R$ 800,00 e pode gerar um rombo nos provedores gigantesco.

É importante informar, aqui, que o dito “sky gato” é diferente do “gatonet”. Lembra desse termo? Não…. É simples: trata-se da conexão ilegal de internet banda larga.

Toda a questão se afunila quando acrescentamos a informação do gargalo em vários pontos da rede

A questão funciona, mais ou menos, da seguinte forma: um cliente sem “skygato” contrata um pacote de 100 mega, por exemplo, e consome uma média de 1 mega. Na casa do cliente com “sky gato”, a média sobe para 4 mega. Rodar um vídeo desses serviços pode consumir até três vezes mais banda do que um vídeo de streaming. Ou seja, com o mundo em casa, de home office, a sobrecarga na internet fica ainda maior.

Um aparelho do tipo pode representar até 80% do consumo da banda larga de uma residência. Não há dado oficial sobre o número de “sky gato” no Brasil, mas a Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), maior opositora a esse tipo de produto, estima que 4,5 milhões pessoas consumam serviços não autorizados de TV – gradativamente interrompendo e “atrapalhando” os consumidores legais e pagantes ativos.

Os provedores não têm como saber com exatidão quantas residências de suas redes têm “sky gatos”, mas têm uma ideia baseada no monitoramento da origem do tráfego. O trânsito de IPT – protocolo que entrega conteúdo de TV pela internet de serviços ilegais – costuma vir de servidores da Ásia e da África.

Há localidades que o uso clandestino de internet ilegal chega a 60% da rede

A WLE Net, que atende municípios fluminenses e cerca de 20 mil clientes, chegou a afirmar que o consumo aumentou 40% e que o uso de IPTV ilegal (uso clandestino de internet), chega a 60% na sua rede.

Outro operador da mesma região, liberou a informação de que o link internacional, que ele atribui ao IPTV, aumentou 25% nos últimos dias em relação ao período anterior ao isolamento. Empresas como Facebook (dona do WhatsApp), Google (senhora e proprietária do YouTube), Amazon Prime e Netflix têm um recurso de distribuição de conteúdo, chamado de CDN (espécie de servidor alocado próximo a pontos de consumo que mantém réplicas de arquivos, como filmes).

O sistema permite que as cópias dos conteúdos (como uma série da Netflix ou da Amazon Prime) não saiam de servidores dos Estados Unidos, onde fica a empresa, mas de poucas quadras da casa de um assinante, sem sobrecarregar a rede do provedor. Ou seja, trata-se de um serviço pensado com cautela e projetado para que funcione sem gargalos.

Conteúdo viaja da Europa, da Ásia ou da África diretamente ao Brasil

Passando por diferentes estruturas e pontos de interconexão, esse tipo de link é mais caro às operadoras.

O conteúdo do “sky gato” fica em um servidor escondido em países com regras mais brandas e o tráfego vem da Europa ao Brasil, por exemplo, consumindo banda integral como se fosse um streaming ao vivo. Dessa forma, esse tipo de “des” serviço acaba servindo para três situações distintas: decodificar sinal de TV, minerar bitcoin e permitir ataques cibernéticos.

A infraestrutura necessária para decodificar uma TV e enviar a milhões de boxes [caixas] dessas é caríssima e monstruosa. Não são R$ 800 que você paga e se livra. Paga com capacidade computacional, dados pessoais e link de internet, essa é a moeda de troca.

O mercado de TV paga no Brasil tem cerca de 16 milhões de clientes, quatro vezes mais que os potenciais usuários ilegais de TV, ainda segundo dados da ABTA. Estimativas mostram que os cerca de 4,5 milhões de possíveis usuários de TV ilegal deixam de pagar R$ 8,7 bilhões por ano, considerando planos básicos de TV por assinatura. Mais e mais pessoas que utilizam de forma errônea e ilegal.

Presença desse tipo de aparelho e a intensidade da fiscalização

Varia de acordo com as condições socioeconômicas de cada país. No Rio de Janeiro, por exemplo, um pacote avançado de TV por assinatura pode custar, em média, R$ 1.800 ao ano, incluindo a fidelização. A Abrint, que representa 1.300 provedores no Brasil, não tem informações sobre a dimensão do uso de “sky gato” no país.

Mas, em verdade, trata-se de uma situação que claramente deveria ser invalidada para que a economia e a prestação de serviços adequada e legal continue “girando”.

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Até a próxima!

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