Como montar loja de decoração

13 de agosto de 2021Contabilidade para loja de decoração

O mercado de decoração está sempre se renovando. E esse é um dos motivos que lojas que vendem adornos conseguem se manter em atividade mesmo em tempos de crise econômica. Mesmo não sendo um setor, digamos, indispensável, sempre tem cliente em busca de artigos diferenciados para decorar ambientes, e os empresários, em consequência, buscam uma contabilidade para loja de decoração.

Abrir uma loja de decoração é uma tarefa relativamente fácil, porém é preciso estar atento a alguns detalhes. Localização do estabelecimento, fornecedores, formalização da empresa, entre outras questões burocráticas devem ser bem planejadas para assegurar o sucesso do empreendimento.

Local para montar loja de decoração

Para que uma loja de decoração atraia muitos clientes é importante que ela esteja localizada em uma rua com grande circulação de pessoas. Por isso, pesquisar antes de comprar ou alugar o imóvel é essencial. Em geral, vias que possuem concorrência são as mais indicadas, já que facilita a precificação com base nas demais lojas. Além disso, o público que frequenta a rua já sabe onde encontrar os artigos.

Caso a sala esteja em uma galeria ou shopping, é possível que o fluxo de clientes seja satisfatório, bastando buscar por um ponto estratégico. Corredores próximos da porta de entrada, no acesso à praça de alimentação e vizinho a lojas de grande circulação são locais de destaque.

Mas existe outra alternativa para montar uma loja de decoração que não requer espaço físico. Atualmente, é possível comercializar os artigos através da internet com o chamado e-commerce. Esse formato tem suas vantagens, já que dispensa aluguel de salas e reduz o número de colaboradores necessários para fechar a venda.

Se escolher por esse modelo de negócio, será preciso investir em um local para armazenar o estoque e manusear os artigos antes de enviá-los para o cliente. Se forem itens pequenos, um quarto irá suprir as necessidades.

Clientela da loja de decoração

Uma das vantagens do setor de decoração é que possível atender diversos tipos de cliente. Desde o consumidor final, que adquire artigos para casa, escritório ou mesmo para presentear, até as grandes empresas, que também precisam decorar seus espaços. Profissionais de decoração, arquitetura e engenharia também estão na lista de clientes que a loja pode ter.

Para conquistar esse último público citado, é importante que os produtos comercializados sejam diferenciados, produzidos por artistas de renome. Em geral, os decoradores buscam por peças únicas para completar o projeto.

Fornecedores

O tipo de público que deseja atrair influencia diretamente nos fornecedores. Para itens do cotidiano, como porta-retrato, arranjo de flores, acessórios para cozinha, artigos de cama, mesa e banho, entre outros, é possível adquirir os produtos de diferentes fornecedores. Inclusive, é importante oferecer diferentes modelos para que o cliente possa escolher.

Se o foco são empresas e profissionais de decoração, é preciso atentar para os fornecedores. Escolher marcas conhecidas pela inovação e qualidade é fundamental para atender esses clientes. Uma boa alternativa é apostar em artesanato, que costumam ter peças únicas.

Investimento inicial para montar loja de decoração

Abrir uma loja de decoração, assim como os demais negócios, requer capital. De acordo com o levantamento realizado pelo Sebrae, é preciso destinar cerca de R$ 44 mil para um espaço de 50 m², incluindo estoque, computadores, impressoras, prateleiras, sistema de segurança, taxas de abertura entre outros gastos.

Ter capital de giro também é importante para manter o fluxo de caixa. Para calcular o valor ideal para a loja de decoração, deve-se reservar de 10% a 20% do total investido. Para o valor descrito acima, o capital de giro será de R$ 7.500.

É preciso pensar que a loja terá gastos mensais com água, luz, telefone, internet, além de valores que devem ser direcionados à propaganda, impostos e outras despesas.

Formalização da empresa

Mesmo que a loja seja online, no modelo e-commerce, será preciso legaliza-la para que possa emitir nota fiscal para os clientes e adquirir produtos de fornecedores maiores, que comercializam somente para pessoa jurídica.

Se a loja for física, a necessidade de formalização aumenta, já que é preciso obter licenças de funcionamento e alvarás. Inclusive, antes de assinar o contrato de locação ou compra do espaço, é preciso solicitar a Análise Prévia de Viabilidade de Localização, regida pela Lei de Zoneamento e Plano Diretor do Município onde a empresa será estabelecida.

O alvará de funcionamento, que permite a atividade, é solicitado na prefeitura. O Corpo de Bombeiros também deve ser consultado para obter a licença que atesta que o local é seguro.

Natureza jurídica

Toda Contabilidade para loja de decoração sabe que cada empresa, sem exceção, deve ter um CNPJ. Para isso, é preciso enquadrar o negócio em uma das naturezas jurídicas disponíveis no Brasil. Essa característica é que vai determinar o montante de capital social, presença de sócio, normas de constituição, faturamento máximo anual e outros.

Importante que a escolha esteja alinhada ao objetivo da empresa, além de atender aos pré-requisitos de cada categoria. O empreendedor pode escolher uma entre as sete opções:

  • Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI);
  • Empresário Individual (EI);
  • Microempreendedor Individual (MEI);
  • Microempresário Individual (ME);
  • Sociedade Anônima (CIA).
  • Sociedade Limitada Unipessoal (SLU);
  • Sociedade por Cotas de Responsabilidade Limitada (LTDA);

Aliada à natureza jurídica, o empresário deve escolher o porte empresarial, que definirá o tamanho da empresa. O modelo pode ser alterado posteriormente, caso a empresa cresça ou fique mais enxuta:

  • Microempresa (ME): empreendimento com faturamento bruto até R$ 360 mil ao ano;
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): faturamento anual superior a R$ 360 mil até R$ 4,8 milhões;
  • Sem enquadramento: se a empresa não se enquadrada nos dois modelos acima ou possui pessoa jurídica como sócio, deverá se cadastrar nessa categoria.

Regime tributário

Escolher o modelo de tributação correto é essencial para manter a saúde financeira da empresa. É nesse tópico que serão determinadas as alíquotas a serem pagas para Receita Federal e o tipo de apuração do faturamento.

A escolha correta pode evitar que o empreendedor sofra com bitributação e, em alguns casos, consiga reduzir legalmente os valores deduzidos. São três opções:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Real;
  • Lucro Presumido.

Seguindo os passos, basta encaminhar a documentação necessária para a Junta Comercial do município, dar entrada no pedido de CNPJ e começar a vender.

Saiba mais sobre Contabilidade para loja de decoração

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