Growth Hacking: como fazer uma empresa crescer mais rápido no ramo de Telecom

26 de novembro de 2018
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Uma oportunidade para quem é do ramo de Telecom e precisa tracionar clientes pelo meio digital.

Para quem já vive Marketing Digital e Inbound Marketing, sabe que é uma técnica para tornar mais eficazes as estratégias de tração de leads (possíveis clientes), utilizando experimentos de testes a/b práticos, objetivos, rápidos e nem sempre duradouros.  

Empresas gigantes mundiais como Airbnb, Facebook e Dropbox já utilizam com sucesso, e aqui o Brasil a busca é crescente principalmente em empresas de referência ligadas a Marketing Digital. Estas empresas de ponta gastam meses estudando, testando e adaptando à realidade brasileira.

Para quem tem interesse em iniciar, já há muito conhecimento teórico na rede, muitos e-books bem aprofundados que conta casos de sucesso, ensinam a usar ferramentas, e mastigam bem a metodologia.

Mas o que seria isto, e como surgiu?

 

Vamos contextualizar Growth Hacking para empresas de Telecom

A expressão vem de “Hack”, que quer dizer “brecha” no sentido de atalho. Apelidados como Hackers ou “piratas do computador”, nos anos 90, eram avaliados pejorativamente por ter fama de sabotagem de sistemas complexos para tirar alguma vantagem disto.

Com o tempo, começaram a utilizar o conceito para atividades não escusas, não criminosas. Em sua essência ao invés de fazer funcionar mal, eles potencializam o funcionamento de sistemas funcionando de maneira distinta daquela ao qual foi projetada.

É uma técnica está ligada a táticas especializadas de duração reduzida, ou seja, ao ser aplicadas duram pouco tempo dando bastante resultado.  De acordo com a RockContent, “A ideia por trás do growth hacking é comprovar, da maneira mais rápida possível, a hipótese”.

Sean Ellis, é empreendedor, investidor-anjo e consultor de startups, é criador da expressão Growth Hacking, e, também, CEO e fundador da GrowthHackers.com, portal referência no assunto.  Em uma entrevista à RD Station, ele defendeu que para funcionar, exigem dinamismo e um número mínimo de testes, direcionando as pessoas para o resultado que almejam. E pensando bem, pode ser muito utilizada em empresas de Telecom.

 

Como vem funcionando na prática

Muitas vezes precisa de conhecimento de programação, mas nem sempre. Muitas empresas já possuem em seu plano de cargos e carreiras o Growth Hacking dentro das suas áreas de Marketing, porém, é mais uma filosofia de trabalho que uma posição formal ou um cargo.

Esta ferramenta flui muito de acordo com o tipo de negócio, o nível de inteligência das ideias, a colaboração da equipe envolvida, e ainda dos canais de comunicação escolhidos, tanto gratuitos como SEO e Marketing de Conteúdo, quanto canais pagos, como Google Adwords, Facebook Adds, etc.. e cabe bem para empresas de Telecom,

Exige constante exploração e testes A/B com a presença de acertos e erros intermitentes e prováveis correções ao menor tempo possível.

 

Como minha empresa de Telecom pode atuar? Segue um pequeno passo a passo 

  • Escolha um canal ou identificação de oportunidade (hacks), pode ser um canal com pouca muita ou pouca utilização, com poucos especialistas como o Pinterest. É sugerido iniciar por canais gratuitos, contratar um freelancer para dar “vida” à estratégia, e somente após comprovação de resultado ter alguém para gerir o tempo todo.

 

  • É preciso ter táticas básicas das mais empregadas no Growth, entre elas estão Marketing de Conteúdo, SEO, e e-mail marketing, que possuem principal objetivo de conectar o público alvo com o serviço ou produto da empresa que está sendo aplicado.

 

  • Defina o Gestor de Produto/Growth, para definir metas semanais, mesurar resultados, registro de problemas, buscar soluções. Procure pessoas com perfil dinâmico, que conseguem fazer várias funções e resolver problemas pontuais ao mesmo tempo. Poucos, quando a equipe for crescendo, deixe os outros componentes dedicados apenas aos experimentos.

 

O que mais pode ser feito?

  • Contrate um designer! Você vai precisar de criar arte que sejam atrativas e que representem bem a estratégia.

 

  • Ideias e um ambiente colaborativo, com sentimento de equipe e também um certo grau de competitividade em busca de resultado. A pessoa que for responsável pelo canal possuirá as próprias ideias, e normalmente funcionam bem com a combinação de outras ideias de companheiros de trabalho. Escolha as ideias pelos seguintes crivos: a) custo ou complexidade de implantação, b) probabilidade de sucesso, c) impacto nos resultados da empresa.

 

  • Crie um funil de Growth Hacking, de acordo com a Rockcontent, similar ao funil de vendas, em que contenha os estágios de Aquisição (táticas de conquista), Ativação (foco na primeira experiência do cliente), Retenção (etapa em que os clientes continuam a utilizar o serviço por estarem satisfeitos), Receita (quando geram faturamento para a empresa), e Indicações (quando estão chamando conhecidos e amigos para se tornarem clientes).

 

  • Persistência, acompanhamento e correção de rota em todos os estágios do funil: o conteúdo e táticas serão testados e alterados para manter o mais alto nível de tração de interessados pelo que a empresa oferece.

 

Conclusão: Growth Hacking não é mágica, é ciência aplicada

De acordo com a RockContent, maior produtora de conteúdo para marketing digital da América Latina, nenhum resultado em Growth vem como mágica, vem muito através de estudos de hipóteses. São teorias embasadas que direcionam os testes, que ajudam a comprovar resultados, por isto o resultado pode ser rápido, que dá a aparência de fácil ou mágico!

A soma de vários hacks pequenos garantem números mais expressivos nos resultados. Uma mudança de botão na home de um site ou a diminuição de campos de preenchimento de um formulário, por exemplo, podem ter grande influência, e só serão válidos se comprovados pelos números dos relatórios de acompanhamento de tráfego dentro do site da empresa.

A análise da soma destes vários hacks pode proporcionar o surgimento de diversas outras ideias para o futuro. Guarde sempre uma nova ideia na sua lista, e continue o processo testando as novas probabilidades.

 

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