Provedores de internet de pequeno porte ampliam conectividade do brasileiro

26 de fevereiro de 2020 contabilidade para provedores de internet
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Provedores de internet de pequeno porte ampliam conectividade do brasileiro

Já a algum tempo atrás, nós, contabilidade para provedores de internet, já comentávamos sobre a importância dos empreendimentos neste segmento, além disso, sobre formas de se tornar um grande provedor (não lembra? É porque foi há quase um ano isso. Mas, para lembrar, clique aqui!).

Hoje, vamos falar sobre a atual importância dos pequenos provedores na conectividade brasileira. Quer entender um pouco disso? Então, separe alguns minutos em sua agenda e relaxe… Vamos conversar!

Contra dados, não há argumentos

Você, atualmente, acredita que ter acesso à internet em casa é um luxo? Pois bem… Nós entendemos, assim como você, que se trata de uma necessidade.

Pensando em números (já que, contra dados, não há argumentos), dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações informam que mais de um milhão de domicílios brasileiros passaram a contar com o serviço de banda larga fixa em 2019.

Cerca de 60% da população brasileira já conta com internet dentro de casa – e, isso, é um grande passo que foi dado ao passar dos tempos. A internet domiciliar, meu caro leitor, não é mais um ponto que é primado exclusivamente por famílias de altas classes sociais. Não mesmo! A internet é para todos e se faz como uma necessidade do dia a dia da população.

As Prestadoras de Pequeno Porte, as PPPs

Esse crescimento tem um “herói” (ou várias “heroínas”) – as Prestadoras de Pequeno Porte, as PPPs, que são pequenos provedores de internet com no máximo mil funcionários e menos de um milhão e meio de assinantes. Elas concorrem diretamente com as grandes concessionárias, e são responsáveis por levar tecnologia principalmente à lugares mais afastados dos grandes centros, como bairros periféricos e cidades pequenas.

Um breve case de sucesso? Podemos, claro! Vamos voltar na linha do tempo da vida… Queremos voltar exatamente 3 anos, quando o empresário Marcelo Corradini abriu um provedor de internet em Caieiras, interior de São Paulo. Cabe ressaltar que, anterior a isso, a população local conseguia acesso à internet por meio de uma grande concessionária e, com isso, para entrar nesse mercado, a proximidade com a população foi um diferencial.

Diversos moradores locais acabaram optando por trocar de provedor (ou por entrar no mundo mágico da internet) a partir de um provedor local – o provedor de Marcelo Corradini.

O mercado cresce de 20 a 25% mês

Se, em Caieiras/ SP, havia a necessidade de novos provedores, você consegue imaginar como era no restante do território brasileiro? Para que você consiga ter um pouco de noção da abrangência dessa situação, o mercado de provedores de internet tem um crescente gradativo – cerca de 20 a 25% ao ano. São mais de 11.000 mil provedores espalhados pelo país, principalmente na região nordeste. Além de chegar à lugares distantes, outro fator influenciou para a proliferação de pequenos provedores pelo Brasil.

Em 1995, quando foi aberto o mercado de internet em terras brasileiras, as grandes concessionárias foram proibidas pelo Ministério das Telecomunicações de ter acesso discado, e apenas empresas privadas tiveram esse direito. Com o tempo, as operadoras de telefonia também puderam concorrer ao mercado de internet, mas, sem dúvida, isso ajudou a aumentar o número das PPPs.

O valor pela internet nos pequenos provedores acaba sendo equivalente ao valor cobrado pelas gigantes do meio como a Oi, a Vivo, Net e a Claro. Já a tecnologia de fibra óptica também está presente nessas empresas. Hoje, são os pequenos provedores que são os responsáveis por 54% de todos os clientes no país que têm fibra óptica chegando em casa.

Motores da inclusão digital no Brasil com 85% dos 2,3 milhões de novas conexões

Impressionado? Calma… Ainda tem bem mais. Só no ano passado, essas milhares de empresas ativaram 85% dos 2,3 milhões de novas conexões brasileiras. E não pense que se trata de internet precária. Usando fibra óptica, elas oferecem 52% da ultra banda larga do país – alguns pacotes chegam a velocidades de até 450 Megabit por segundo.

Motores da inclusão digital no Brasil, os pequenos provedores não tiveram caminho fácil. Esses prestadores de pequeno porte têm promovido uma revolução digital silenciosa em vários rincões e regiões longínquas do país. O motivo desse boom?

Possivelmente, o aumento nos índices de insatisfação dos clientes e o desinteresse das grandes empresas em atender a demanda em regiões mais distantes, como nas zonas rurais, influenciaram um fenômeno que tem alcançado grandes proporções no mercado atual: o crescimento dos serviços de banda larga de alta velocidade com custo reduzido – os pequenos provedores de internet que galgam, gradativamente, o domínio do mercado e do mundo.

As pequenas empresas descobriram novas oportunidades de expansão

Por meio de um ajuste nos sistemas que tornaram possível melhorar a velocidade de internet, as pequenas empresas descobriram novas oportunidades de expansão. E entenderam, assim, como o consumidor está reagindo à modernização das estruturas de rede, principalmente em referência às novas tecnologias de fibra ótica.

Mas, as vantagens não param por aí: os sistemas de fibra óptica também ficaram mais baratos e o custo para expandir o cabeamento foi reduzido à metade — os provedores pagam uma pequena taxa para instalar esses cabos nos postes que dão suporte à rede elétrica local e, com isso, reduzem os gastos e maximizam a chance de maiores lucros.

Isso comprova a importância do papel dos pequenos provedores e deixa claro como o investimento nesse setor promove mudanças significativas, tendo em vista que impacta no desenvolvimento econômico de regiões menos favorecidas, sinalizando mais oportunidades em vários sentidos.

Cabe ressaltar, ainda, que a grande maioria dos pequenos provedores entrantes atua com fibra óptica e, sem combo com telefonia fixa, móvel e TV por assinatura, eles conseguem entregar maior velocidade de internet a um valor mais atraente. Ou seja, além de ampliar as possibilidades de conectividade, reduzem os ônus inseridos na prestação de serviço.

Um dos mercados mais promissores

Por último, gostaríamos que você ficasse com a seguinte situação em sua cabeça e pensasse com carinho após finalizarmos nossa conversa de hoje: nas últimas décadas, a internet moldou costumes, impôs modelos e promoveu mudanças estruturais em tão grandes proporções que essa conectividade de tudo a tudo, conforme prega a Internet das Coisas, está conquistando cada vez mais espaço e adquirindo novas dimensões a cada instante. Sendo assim, o mercado de provedores de internet é um dos mais promissores. O que acha?

Saiba mais:

Como se tornar o melhor Provedor de Internet do Brasil

Quer ter diferenciais de mercado? Entenda nos vídeos a seguir:

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Como trocar de contabilidade passo a passo

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