5 maiores cases de sucesso de cervejarias artesanais

16 de janeiro de 2020 Cases de Cervejaria Artesanal
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5 maiores cases de sucesso de cervejarias artesanais

Seja bem vindo de volta, empreendedor cervejeiro!

Hoje, vamos conversar um pouco sobre empresários que, como você, decidiram sair da zona de conforto e fazer a diferença em um mercado que se sentiam “atraídos” e, consequentemente, “a vontade”.

Mas, inicialmente, é importante trabalhar com fatos e dados: o fato é que se consome muita cerveja artesanal no país, mas, o Brasil não lidera o ranking (estando, ainda, atrás de países como a Alemanha e os Estados Unidos). Os dados mostram que apesar dos reajustes de impostos nas bebidas – cervejas e refrigerantes sofreram um aumento médio de 15% em 2011 -, a produção de cerveja alcançou 13,3 bilhões de litros no ano passado. Em expansão considerável desde 2005, as micro cervejarias – pequenas indústrias com produção inferior a cinco milhões de litros por ano, que seguem receitas tradicionais – são uma nova tendência.

Ainda sob a ótica de dados e fatos, segundo a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), esse crescimento se deve à busca de novos sabores por um consumidor cada vez mais exigente e pelo aumento de renda da população. Dados dessa mesma associação mostram que as micro cervejarias representam 0,5% do mercado cervejeiro nacional – correspondente a cerca de 66,5 milhões de litros no ano passado.

E aí? Ficou animado com essas informações? Isso mostra que a equipe Previsa é, além de total eficiência, muita pesquisa e expertise de mercado, meu caro. E, para te animar ainda mais, separamos 5 histórias e peculiaridades de micro cervejarias espalhadas pelo país.

Separe alguns minutos de sua agenda de hoje e relaxe… Vamos conversar!

1 – Amazon Beer

Cervejeiros apaixonados já provaram uma seleta “especiaria” que veio ao mercado com a aposta de misturar frutas, raízes, madeiras e sementes típicas da Amazônia. Caso você ainda não tenha experimentado, não fique triste: a Amazon Beer, atualmente com distribuição restrita a Belém (onde fica a sede) e São Paulo, pretende alcançar todo o país. A micro cervejaria, inaugurada em 2000, fatura cerca de 700 mil reais por mês com a venda dos 70 mil litros produzidos. Seus sócios iniciaram o negócio com um “singelo” investimento de 14 milhões de reais e fabricam seis tipos diferentes da bebida: pilsen, lager, Weiss, stout, frutada e red ale. Uma das atrações da casa é a Bacuri Beer. A bebida é produzida com o fruto bacuri e tem teor alcoólico de 3,8%. Há também opções com aromas de cereais e biscoitos.

2 – Wäls

A história dos irmãos José Felipe e Tiago Carneiro com a produção de bebidas vem desde os anos 90, quando fabricavam refrigerantes e sucos para restaurantes da família. No início dos anos 2000, eles decidiram abrir a Cervejaria Wäls, em Belo Horizonte, onde começaram a fazer cervejas especiais. Distribuídas em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, as cervejas estão divididas em seis tipos: três belgas, com frutas e especiarias na composição; a brut, que utiliza a técnica de produção de espumante, conhecida como champenoise; e duas no estilo large. No ano passado, a cervejaria e os restaurantes faturaram, juntos, 8 milhões de reais.

3 – Haus Bier

A experiência em uma grande fábrica de cerveja e a descendência alemã formaram os ingredientes que faltavam para que o mestre cervejeiro, Hermes Balcon, trouxesse ao osso país o conceito das micro cervejarias gastronômicas europeias, em que se bebe a cerveja no local de produção – você já viu esse conceito aqui mesmo em nosso blog. Ele importou da Alemanha uma planta industrial de micro cervejaria e inaugurou, em maio de 1998, a Haus Bier, em Vilhena, Rondônia.

Em 2000, além da micro cervejaria, Balcon montou uma indústria metalúrgica para fabricar equipamentos de moagem. Assim, a Haus Bier começou a vender franquias e já tem unidades, além de Rondônia, no Acre, Mato Grosso, Amazonas e Paraná. São produzidos cinco tipos de cerveja: grün, Weiss, ale red, stout e chicha. Entre os diferenciais utilizados, está o aroma acentuado de cravo, pera e banana ou ainda de cacau e café em duas de suas combinações.

4 – Coruja

A produção de cervejas com o avô, na infância, e com amigos de faculdade, durante o curso de arquitetura, fez Micael Eckert, de 37 anos, ter a ideia de se especializar. Pequenas e simples ideias podem mesmo se tornar cases de sucesso, não é mesmo? Em 2004, Micael e o sócio, Rafael Teixeira Netto Rodrigues, propuseram terceirizar a produção em Teutônia, Rio Grande do Sul. Atualmente, a fábrica, com capacidade de 100 mil litros ao mês, está instalada em Forquilhinha, Santa Catarina, e tem outro sócio, Abrahão Paes Filho, proprietário da Cervejaria Santa Catarina.

A marca Coruja tem opções não pasteurizadas (que não passam pelo processo de tratamento térmico destinado a eliminar microrganismos, as chamadas cervejas vivas), e pasteurizadas – com mix de lúpulos aromáticos, avermelhada, de trigo com aromas de cravo, e escura.  Na fábrica são feitas cervejas de outras duas marcas, a Saint Bier e a Duff – SIM, meu caro, a Coruja é responsável por manter o vício do nosso tão adorado Homer Simpson.

5 – Chopp do Fritz

O alemão Jörg Frans Schwabe é mestre cervejeiro diplomado pela Universidade Técnica de Berlim desde 1972. Por anos, trabalhou na indústria cervejeira até que, em 1993, decidiu abrir a própria fábrica. Aquela velha história de não querer mais prestar trabalhar no sonho de terceiros e focar no próprio sinhô. Inicialmente, sua nova empresa era instalada na cidade de Sumaré, às margens da rodovia Anhanguera, no interior de São Paulo. A fábrica foi transferida para Monte Verde, Minas Gerais, em 2009, onde um poço com mais de 190 metros de profundidade fornece matéria-prima para o produto.

Além dos próprios bares, os cerca de 25 mil litros de chope produzidos por mês – a fábrica tem capacidade para até 85 mil litros – são entregues também em alguns bares de Monte Verde. São cinco tipos diferentes da bebida: três pilsen, uma original de Colônia, na Alemanha, e uma escura. Além de não usar conservantes e nenhum tipo de reação química para agilizar o processo de fermentação, o cervejeiro aposta na mistura de amora e malte torrado como combinações.

E aí? Preparado para fazer com que a sua cervejaria entre para nossa lista de cases de sucesso? Estamos ansiosos para ver seu nome aqui conosco!

Ainda não possui um contador para chamar de seu? Tudo bem! Que tal entrar em contato com a gente? A Equipe Previsa terá um imenso prazer em receber você e sua associação. Ficamos te esperando!

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