Atendimento a público não atendido pelo seguro automotivo

17 de novembro de 2020 público não atendido pelo seguro automotivo
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Adquirir um veículo é uma decisão importante, de grande impacto financeiro. Requer muita pesquisa, já que o investimento é alto. Como dizem por aí, é como se fosse um membro da família, tamanho os gastos constantes com reparos, combustível, melhorias e impostos, e este é o cenário real do público não atendido pelo seguro automotivo.

Mas o que os proprietários mais temem é ficar sem seguro automotivo. Isso porque, uma pequena batida, uma pane no motor ou mesmo um arranhão na lataria são capazes de tirar o sono e, claro, muito dinheiro da carteira do dono.

E arcar com os valores sem contar com assistência especializada é sinônimo de muito gasto, perda de tempo e desgaste. Por isso, muitos já saem da concessionária pesquisando por apólices de seguro.

Burocracia das seguradoras

O problema é que nem todos conseguem assinar um contrato com as grandes empresas. E os motivos podem ser diversos e variam de acordo com as regras de cada seguradora. O mais recorrente é a restrição no CPF, que ocorre quando o registro da pessoa física não está regularizado junto às empresas de cobrança. Mas existem outros fatores, como:

Perfil do condutor

São observados diversos fatores que podem aumentar a chance de sinistro. Entre elas estão: motorista que já teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa; inadimplência; e processos administrativos e judiciais, principalmente se for por dirigir sob efeito de álcool. A inexperiência também reduz as chances de conseguir um contrato. Além disso, homens com idade entre 18 e 24 anos são considerados mais propensos ao sinistro.

Situação do veículo

Nesse quesito, modelo, ano e marca podem influenciar no fechamento de contrato. Modelos antigos, com mais de 10 anos, ou que já saíram de linha, os de valor elevado e carros de luxo também podem ser um empecilho.

As chances de recusa do automóvel aumentam em caso de registro de sinistro, peças trocadas sem necessidade – como é o caso dos conhecidos ‘tunados’ –, documentação, chassi e emplacamento irregular. Veículos de leilão ou recuperados também podem ser motivo não a seguradora não aceitar a proposta.

Não consegui um seguro. E agora?

Não tem motivo para se preocupar caso sua proposta foi recusada pela seguradora. Existem diversas associações que oferecem proteção veicular, inclusive com preços mais acessíveis que os das seguradoras. O modelo começou a ficar popular há alguns anos e, hoje, proprietários de veículos podem recorrer à essa alternativa e transitar sem medo.

Mas antes de fechar o contrato é preciso pesquisar. Isso porque as associações oferecem assistência diferentes e podem não cobrir as situações que você precisa.

Vamos então explicar um pouco mais sobre essas associações.

O mercado de Associações de Proteção Veicular e Cooperativas

Como dissemos anteriormente, esse modelo de proteção está se tornando muito popular no Brasil. Um dos fatores é o valor que deve ser investido mensalmente, em geral abaixo das seguradoras, e a possibilidade de conseguir proteção mesmo estando em situações que, normalmente, as seguradoras recusariam.

Segundo uma pesquisa divulgada pela Ernest Young, a proteção veicular é responsável por 27% da fatia do mercado. Existem hoje no Brasil quase 680 associações que oferecem esse tipo de proteção. Juntas, elas faturam até R$ 9,4 bilhões por ano. Estima-se que mais de 4,5 milhões pessoas sejam associadas.

O que é Associação de Proteção Veicular

Diferente do que já foi divulgado, Associações e Cooperativas de Proteção Veicular possuem permissão legal para oferecer os serviços, de acordo com a Lei Federal 5.764/7. Apesar de não terem um órgão fiscalizador, como ocorre com as seguradoras, os associados podem recorrer à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) e à Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB).

Por se tratar de uma Associação, os segurados são considerados associados. Ao adquirir uma cota, o proprietário começa a fazer parte de um grupo de rateio por meio do Contrato de Responsabilidade Mútua. Isso quer dizer que, todos que estão no grupo devem contribuir mensalmente para que, quando for preciso, eles possam acionar os serviços contratados.

O processo de adesão é mais ágil e menos burocrático que nas seguradoras. O primeiro passo é submeter o veículo a uma inspeção. Feito isso, é preciso fazer o pagamento de uma taxa, assinar o contrato e pronto, a proteção veicular já está vigorando. Importante salientar que essa inspeção serve para registrar o estado do carro e não se o contrato de proteção poderá ser feito.

A partir daí, o associado deve pagar uma mensalidade relativa ao rateio e taxa administrativa, para ter acesso aos benefícios. O custo varia de acordo com o valor do veículo. O montante pago pelos cooperados são reservados para quando ocorrer algum evento. A renovação do contrato não é automática e, um possível cancelamento, só poderá ser solicitado após 180 dias da assinatura do contrato.

Quem presta os serviços para público não atendido pelo seguro automotivo

Ao se tornar associado, o condutor passa a contar com as empresas parceiras, que serão responsáveis por fazer o atendimento quando for necessário. Nessa lista estão oficinas, fornecedoras de peças, prestadoras de guincho, entre outras.

Cada Associação tem a liberdade de escolher quais e quantos são os parceiros. Então é indicado pesquisar sobre elas para saber a qualidade do serviço, preços praticados e abrangência.

A proteção veicular pode ser mais vantajosa para condutores que não se arriscam no trânsito. Isso porque, caso o associado precise acionar a cooperativa com frequência, será preciso pagar uma taxa extra, já que utilizou a cota a qual tem direito e parte da que seria voltada aos demais associados.

As facilidades de contratação e preço acessível são os maiores aliados das Associações e Cooperativa de Proteção de Veículo. O mercado está atraindo cada vez mais pessoas e vai expandir ainda mais. Você faz parte do público não atendido pelo seguro automotivo? Então já conhece uma solução viável.

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