Governo zera imposto de importação de equipamentos médicos

26 de fevereiro de 2020 Contabilidade para empresas de equipamentos médicos
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Governo zera imposto de importação de equipamentos médicos e se torna alvo de empresas internacionais

O ano era 2019 (sim, hoje, daremos um case do ano passado, mas, de suma importância para que a gente possa clarear o universo e a realidade da situação), mês de agosto, e, para grata surpresa de muitos, o Ministério da Economia zerou os impostos de diversos produtos – dentre eles, diversos equipamentos médicos. E por se fazer muito importante para a contabilidade para empresas de equipamentos médicos, vamos nos aprofundar.

Então, continue lendo para saber os impactos que essa ação teve! Separe alguns minutos e relaxe… Vamos conversar!

A intenção de modernizar os equipamentos e baratear o custo em saúde

É importante mostrar que o governo atual está muito mais engajado virtualmente , o que mantém a população conectada mais antenada e com mais conhecimento do passo a passo de cada ação. Tendo isso em mente, ressaltamos que a presente “anulação” dos impostos de alguns equipamentos médicos foi noticiada via twitter (lembra da importância do marketing digital que já comentamos? Note como o governo de Jair Bolsonaro está utilizando a seu favor.

Na página do Ministério da Economia (@MinEconomia), houve, em setembro de 2019, o seguinte informativo: “Estamos trabalhando para baratear o custo de investimentos e facilitar o acesso dos brasileiros a bens que não são produzidos aqui. Já zeramos o imposto de importação de 1.189 produtos. Agora, damos mais um passo para incentivar o investimento e a modernização das nossas fábricas”.

Pensando nisso, é importante se atentar ao fato de que, no mês de agosto, o governo reduziu as tarifas de importação de 17 produtos como medicamentos para tratamento de câncer e HIV/Aids com o objetivo de reduzir o custo de produção das empresas instaladas no Brasil e o preço dos produtos para os consumidores.

Mas, e as consequências disso?

Nosso país acabou se tornando um alvo para inúmeras empresas internacionais (uma vez que o governo incentivou a entrada e o trabalho de tais empresas para melhoria das ações na saúde brasileira).

Mais de 500 empresas marcaram presença em nosso território, expondo produtos (que, agora, têm imposto zerado) e fazendo negócios. Atualmente, o Brasil vem sendo considerado como um dos mercados de saúde mais lucrativos na América Latina, com classificação consistente entre os cinco principais destinos mundiais de turismo médico. E isso nem chega a ser uma “novidade”, porém, com essa consistente redução dos impostos do setor médico, vem sendo mais abrangente ainda.

O país atrai uma variedade de turistas médicos que vêm tirar proveito da indústria de cirurgia estética bem-sucedida e renomada mundialmente. A crescente demanda por serviços de saúde privados ajudou a alimentar um boom no setor, que continua a ser dominado por players locais e testemunhou recentemente uma série de fusões, uma vez muitos deles procuram capitalizar sobre maiores demandas e consolidar suas posições.

As despesas de saúde no país têm aumentado

De acordo com relatório da ReportLinker, empresa internacional de pesquisa de marketing, “Panorama do Mercado de Saúde Brasileiro em 2020”, com melhores padrões de vida, as despesas de saúde no país têm aumentado continuamente, o que está impulsionando o setor de saúde. Então, com a nova postura do governo de Jair Bolsonaro, um boom nesse impulsionamento vem sendo ainda mais cadenciado.

Além disso, é importante ressaltar que, fazendo uma pequena e humilde linha do tempo, as despesas com saúde no país já haviam sido previstas para crescer em uma CAGR (Compound Annual Growth Rather, que em português pode ser lido como “taxa de crescimento anual”) de cerca de 5,8% entre 2016 e 2020.

Os principais fatores por trás do aumento das despesas de saúde incluíam a prevalência de várias doenças no país, como a hipertensão. Outras principais doenças prevalentes abordadas no relatório incluem câncer, tuberculose, obesidade e diabetes. Ou seja, de uma forma geral, o mercado da saúde brasileiro já era bem quisto internacionalmente.

Em 2016 já houve um movimento para tração de investimento estrangeiro

Mais um ponto relevante foi que, em 2016, o governo do nosso país aprovou uma lei que permitia que empresas estrangeiras pudessem investir capital em hospitais privados pela primeira vez – um movimento que era esperado para satisfazer os ansiosos pela capitalização em um mercado de saúde privado de alta demanda e que trouxe o financiamento tão necessário para o setor.

Investidores de diversos países, já naquela época, começaram a injetar, mesmo que de forma mais modesta, recursos no setor de saúde brasileiro.

Então, com essa cadência de fatos, o Brasil ficou no foco de investimentos maiores no setor da saúde – o que é muito positivo para o crescimento dessa área e para a melhoria da mesma. Empresas estrangeiras de equipamentos médicos e hospitalares voltam cada vez mais seus olhares para o mercado brasileiro.

E, como empresário desse ramo, quais os vislumbres positivos que isso pode lhe trazer?

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Um mercado muito mais atraente para pesquisa e exportação

Pois bem… Você, tanto quanto nós, possui olhos brilhantes para as palavras “oportunidades de negócios”, certo? Esse é exatamente o vislumbre que você deve ter nesse ponto de nossa conversa.

Segundo levantamento realizado pela ABIMED, a estimativa de faturamento para produtos do segmento foi de US$ 10 bilhões em anos anteriores. Os números das exportações de equipamentos e itens da área são igualmente otimistas. Com todos os pontos informados aqui, positivos para pesquisas e investimentos, mais o adendo dos impostos zerados para equipamentos médicos, o resultado é que o mercado da saúde brasileiro se tornou, sem sombra de dúvidas, um mercado muito atraente para empresas (conforme mostramos acima) que buscam melhorias na educação e estudos sobre doenças e, além disso, muito atraente para os exportadores de materiais e equipamentos hospitalares (atualmente, segundo alguns dados, especialmente exportadores canadenses e americanos).

Ressaltando, ainda, que o nosso país é o que possui a maior produção de equipamentos médicos na América do Sul, além de ser líder em importação.

Ou seja, meu caro: negócios, business, network… O mercado da saúde está em alta e esse pode ser o seu momento de brilhar.

E aí? Gostou da conversa da sua contabilidade para empresas de equipamentos médicos? Deixe aqui nos comentários caso ainda tenha ficado alguma dúvida! Até a próxima!

Já se sente preparado para se organizar por aí? Em caso de dúvidas, entre em contato com a gente!

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Quer ter diferenciais de mercado? Entenda nos vídeos a seguir:

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