SINDILEQ/MG – uma história de sucesso

6 de janeiro de 2020 SINDILEQ
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SINDILEQ/MG – Uma história de sucesso

Bem-vindo de volta ao nosso blog! Decidimos contar um pouco sobre um sindicato que muito lhe agradará: o SINDILEQ/MG. E aí, quer saber um pouco sobre o sindicato responsável por locadoras de equipamentos como a sua?

Então, continue conosco! Separe uns minutos da sua agenda e relaxe… Vamos conversar!

Vamos voltar aos anos 70

Para começar a contar sobre o nosso case de hoje, precisamos voltar a meados dos anos 70, quando algumas empresas tiveram a ideia inovadora de adentrar no mercado de construção civil, mas, com um tipo de serviço novo: o aluguel de equipamentos, máquinas e ferramentas.

O foco de tais empresas eram pequenas empreiteiras, com pouco capital de giro, sem o seu maquinário próprio (obviamente) ou clientes que trabalhavam com um ritmo descontínuo (o que motivava não possuir seu próprio maquinário).

Como qualquer história, a economia da época se faz como um pilar. Então, pensando nisso, houve, na época, a implementação do Plano Cruzado – com isso, aconteceram, simultaneamente, grandes empreendimentos no setor da construção, ocasionando, muitas vezes, a falta de máquinas para se comprar no mercado. Ou seja, como você, empresário do ramo, pode notar, um quadro muito interessante para locadoras como a sua.

Um setor focado na experiência do cliente

Os possíveis clientes de locadoras da época, sem maiores alternativas, se viam perante uma boa opção: o aluguel de equipamentos. Isso, meu caro, deu um up para o segmento de aluguel de equipamentos.

As empreiteiras perceberam que, em um país que vive, com certa constância, instabilidades na economia e diversas crises, pagar para a compra de maquinário é muito mais arriscado do que alugar máquinas e equipamentos sempre que precisarem – primordialmente se pensarmos que a utilização de tais equipamentos está sujeita à imprevisibilidade de investimentos no setor da construção.

Além disso, há uma permanentemente atualização tecnológica das máquinas, ferramentas e equipamentos que não é acompanhada pelos usuários quando estes são os proprietários dos equipamentos. Porém, ao alugar o equipamento, espera-se que a locadora tenha investido em equipamentos com tecnologia recente para agradar os clientes.

Ou seja, mais um ponto para as locadoras de equipamentos.

Anos 90 o mercado foi crescendo

Com esse panorama acontecendo, o crescimento do número de empresas do ramo de aluguel de equipamentos foi gradativo e o mercado foi expandindo e solidificando. Dessa forma, em 1993, as locadoras criaram a ALEC/MG (Associação dos Locadores de Equipamentos à Construção Civil). Com isso, estamos a um passo para o nosso sindicato abrir os olhos e começar seu caminhar.

A ALEC/MG englobava empresas que alugavam diversos tipos de equipamentos como Máquinas Leves; Ferramentas Elétricas; Andaimes; Elevadores de Obras; Escoramentos e Fôrmas; Máquinas a Ar Comprimido; Gruas; Retroescavadeiras e Caçambas, possibilitando a este segmento assumir um perfil mais organizado e profissional.

Organização resulta em maior profissionalismo… Que resulta em mais clientes… Que resulta em mais parceiros… Que resulta em crescimento.

O surgimento do SINDILEQ/MG

O crescimento da ALEC – MG culminou, em 1998, com o surgimento do Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Minas Gerais – SINDILEQ/MG. Sim, meu caro, apenas em 1998 o nosso sindicato, foco da nossa conversa de hoje, se apresentou com tal nome.

Após, apenas em 2008, foram incluídos os serviços afins na constituição e finalidades do Estatuto. A partir de então, a entidade passou a se chamar Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas e Serviços Afins do Estado de Minas Gerais – SINDILEQ/MG, cuja existência se justifica pela busca de um maior fortalecimento da classe e pelo trabalho constante na procura por soluções para os problemas inerentes à atividade.

Atualmente, o SINDILEQ/MG está presente em diversas realizações e com muitas parcerias – todas com foco no crescimento do setor no Estado de Minas Gerais.

Fase de projetos sustentáveis nos anos 2.000

Isso inclui planos de Educação Ambiental. Em 2005, por exemplo, ainda sob a alcunha antiga, o SINDILEQ/MG, em parceria com outros sindicatos (como o SINDUSCON/MG – Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais), ingressou um projeto que tinha como objetivo o incentivo da reinserção de resíduos reutilizáveis em obras.

O chamado “Brechó da Construção” funcionou lindamente, com o apoio da Prefeitura Municipal, e demonstrou o interesse de muitos empresários do setor de construção em amenizar um problema que existe em relação a habitações com condições precárias, além da reaproveitação de materiais recolhidos de sobras de outras obras (com autorização dos respectivos proprietários).

Isso consolidou uma grande e proveitosa parceria entre os sindicatos, além de trazer uma nova, e sustentável, visão de empresários de Minas Gerais.

O crescimento gerou a necessidade de organização

Com eventos como esse crescendo e se perpetuando em Minas Gerais, notou-se a necessidade de uma nova organização (e consequente demonstração de profissionalismo). Com isso, nasce a ANALOC – Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas – com o intuito de integrar as ações, fortalecer e estimular o crescimento organizado do setor do rental.

Sua estrutura congrega todos os segmentos da cadeia da construção civil, incluindo equipamentos leves e pesados.

Ou seja, anos se passaram e o sindicato, foco da nossa conversa de hoje, apenas cresce (tanto quanto o setor de locação de equipamentos que ele representa). Isso consolida um mercado que traz muitos benefícios (como você bem sabe), dentre eles:

– O capital da empresa fica disponível para investir em sua atividade principal;

– O valor do aluguel é despesa da empresa e a favorece quando do cálculo do imposto de renda;

– Despesas de controle de patrimônio, armazenagem e manutenção de frota própria são eliminadas;

– Não há paralisação da obra, pois a substituição do equipamento com defeito é imediata;

– Possibilita-se, sempre, a utilização de equipamentos modernos e de alta produtividade;

– Paga-se somente pelo período de utilização;

– Evita-se a improvisação porque todos os tipos de máquinas, equipamentos e ferramentas estão à disposição do cliente;

– Como as locadoras são empresas especializadas, o cliente dispõe de constante consultoria sobre o tema, sem custo adicional.

Ou seja, muita coisa interessante para o mercado em que sua locadora de equipamentos está inserida, não é mesmo?!

E você? Já conhecia um pouco sobre tudo que comentamos? Que tal deixar nos comentários um pouco sobre casos de sucesso do seu ramo?

Até a próxima!

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SINDILEQ/MG – Uma história de sucesso

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